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segunda-feira, 06 de dezembro de 2021

Município está há mais 100 dias sem óbitos por covid

A vacinação dos espumosenses reflete cada dia mais na contenção da crise causada pelo novo coronavírus. Resposta disso são os mais de 100 dias sem registros de por conta do vírus, conforme a Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com a secretária Marileisa Valandro, os números são favoráveis e refletem resultados positivos da vacinação maciça registrada no município. “Desde o início da pandemia, sempre tratamos as ações preventivas de forma muito séria e transparente, procurando o diálogo e a adesão em massa da população com a vacinação, para que juntos pudéssemos passar por esse momento. Ficamos enlutados pelas famílias que perderam algum ente querido e aquelas que até hoje seguem em tratamento devido às sequelas deixadas pela Covid-19, tanto para aqueles que se contaminaram com a doença e precisam de tratamento, como aqueles que tiveram sequelas sociais, econômicas e culturais”, considera.

A secretária afirma que a vacinação é a principal responsável por esses quase quatro meses sem óbitos no município. “Temos diagnosticado novos casos diagnosticados, depois de também ter tido um período de trégua, e isso se deve as aglomerações, o que é inevitável, pois temos que retomar o nosso trabalho e a nossa vida em sociedade. Mas entendemos que a vacina foi o principal fator que evitou esses óbitos, uma vez que temos um grande percentual de pessoas vacinadas no município”, frisa.

Marileisa também falou acerca da divulgação da obrigatoriedade da apresentação do passaporte vacinal no município. “Divulgamos essa situação como forma de alerta à população de que passaria a ser exigido nos decretos, pois nós procuramos muito as informações para orientar as pessoas. Além disso, muitas pessoas que foram viaja sem ter a carteira de vacinação estavam impedidas de circular, e isso não tira a liberdade de ninguém, como temos escutado, porque na verdade tiraram a nossa liberdade quando a pandemia chegou, onde muitos foram impedidos até mesmo de trabalhar”.

“Quando vivemos em sociedade não temos liberdade total porque somos reféns de algumas leis, e nesse momento temos os protocolos para acatar. Nem sempre concordamos com tudo, mas temos que obedecer igualmente”, pontuou a secretária.

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