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Produtores gaúchos atingidos pela estiagem e pelo coronavírus serão socorridos por medidas econômicas

Por Assessoria de Imprensa

PRODUTORES GAÚCHOS ATINGIDOS PELA ESTIAGEM E PELO CORONAVÍRUS SERÃO SOCORRIDOS POR MEDIDAS ECONÔMICAS


Após várias reuniões da Bancada Gaúcha Federal, coordenada pelo Deputado Federal Giovani Cherini (PL), junto ao Ministério da Agricultura, foram anunciadas nesta manhã (09), as medidas econômicas de socorro aos municípios atingidos pela estiagem no Rio Grande do Sul, além de atender também aos produtores que tiveram suas atividades interrompidas pela pandemia do novo coronavírus. 


Em audiência extraordinária, na noite de ontem (08), o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou Bancos a prorrogarem pagamentos de créditos de custeio e investimentos, dentre elas, a criação de linhas de crédito emergenciais para integrantes do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp), além de atender também cooperativas, cerealistas e agroindústrias.


A resolução apresentada pelo Banco Central, prevê as seguintes medidas: 


AFETADOS PELA ESTIAGEM:

- O prazo de reembolso para operação de custeio poderá ser parcelado em até sete anos e, no caso de operação de custeio prorrogado e de investimento, o prazo será de até um ano após o vencimento do contrato vigente;

- Prorrogação das dívidas de investimento para depois da última parcela do contrato;

- Abertura de linhas de créditos para cooperativas de até R$ 65 mil por tomador, com prazo de até quatro anos para pagamento;


AFETADOS PELO CORONAVÍRUS:

- Prorrogação de dívidas de custeio e investimento de todos os produtores até o dia 15 de agosto de 2020. A medida vale para o vencimento das parcelas vencidas ou vincendas no período de 1º de janeiro de 2020 a 14 de agosto de 2020;

- Abertura da linha de crédito emergencial de R$ 20 mil para produtores do Pronaf e R$ 40 mil para produtores do Pronamp que trabalham com culturas de hortifrútis, flores, leite, pesca e agricultura, com prazo de pagamento em até três anos com a mesma aplicação de juros já realizadas pelos dois programas;

- Recursos para comercialização para cooperativas, cerealistas e agroindústrias de até R$ 65 milhões por tomador, por meio do Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor;